Blog de coisas que os caras da Ag8sto curtem: design, internet, mídia digital, marketing de guerrilha, cultura, cultura street, ilustrações, games, publicidade, vídeos, marketing viral bla bla bla…
Tron é um filme de ficção científica da Disney. Filmado em 1982, foi escrito e dirigido por Steven Lisberger e estrelado por Jeff Bridges. Tron se destaca pelo visual, sendo um dos primeiros filmes a utilizar efeitos de computação gráfica de forma tão ampla.
fonte: Wikipedia
Está rolando na internet um site falso sobre o desaparecimento do personagem principal do filme de 1982. No site, se fala de todos os rumores sobre o personagem, e a “campanha” que Flynn está vivo.
Na última notícia do site no dia 25 de Julho, tinha um aviso que o fliperama (do filme) seria reaberto, e era uma dica de um ARG para o filme.
Foram espalhados cartazes com dicas para o jogo, que tinha que ser vistas com a ajuda de luz negra.
Dica do Gus, o Dicionário Informal se autodenomina “o dicionário onde o português é definido por você!”. Nele você encontra frases como a que estampa a página inicial “a dar com pau” que além do sinônimo “em excesso, grande quantidade” traz também um exemplo de sua aplicação: “o evento foi o maior sucesso, deu gente a dar com pau!”. No Dicionário Informal você também tem acesso às palavras mais procuradas do dia, como “piriguete” – que eu não fazia a menor ideia do que significava até agora – mas que não vou colocar nesse post por questões morais. Sem dúvida, um excelente trabalho em prol do entendimento da nossa língua .
Hoje é o último dia do Giba aqui na Agosto e, por isso, o post de hoje vai falar um pouquinho sobre este cara. O Giba entrou aqui no começo do ano e, como eu previa, passou rápido. E acho que essa passagem relâmpago se deve ao jeitão cidadão do mundo do Giba, o espírito eternamente contestador dos bons diretores de arte e, claro, à excelente proposta que recebeu. Mas por que falar de alguém que está de partida? Vou tentar explicar: Quando vi o portfólio do Giba pela primeira vez, já sabia que ia trabalhar com ele. Criativo, com muitas cores, o trabalho me encantou de primeira. Mas, como todos sabem, isso é tão importante quanto o clima e a adaptação da pessoa ao ambiente. E, novamente, o Giba se superou: uma das coisas mais marcantes nesse cara é o seu caráter. Mais que um profissional talentoso, o Giba trouxe para essa casa alegria, energia positiva e alto astral. O Giba ajudou a rejuvenescer o nosso trabalho, apontar novas direções. Fica na memória os cafés, as risadas, as imitações da Mirtes (temos que conseguir o telefone dela, Giba), os nossos papos sobre Amsterdã, as músicas da Amy Winehouse e a série de apelidos que ela ganhou aqui: Gibba Gibba Hey, Gibraltar, Gibéria, Gibóia (com G, mesmo), Gibeira, Gibeirinha, Little Bird e Negrinho, entre tantos outros. O trabalho desse cara agora está maduro e nós, da Agosto Multimídia, desejamos toda a sorte do mundo para você. Nos vemos em Amsterdã. Gibba Gibba Hey, ao melhor estilo Punk. Valeu, cara. Obs. A música que encerra esse post é uma das que ele ouvia direto aqui na agência.
Na semana próxima, o Twitter vai mudar sua home. A razão é melhorar a maneira como o Twitter se apresenta, explicar melhor seu funcionamento para o grande número de pessoas que visitam o site. Quem não estiver cadastrado no Twitter, vai poder até fazer um “test-drive” e ficar por dentro de como o sistema funciona, para depois decidir se quer ou não ter seu próprio Twitter. Ciaorar a maneira como o Twitter se apresenta, explicar melhor seu funcionamento para o grande número de pessoas que visitam o site. Quem não estiver cadastrado no Twitter, vai poder até fazer um “test-drive” e ficar por dentro de como o sistema funciona, para depois decidir se quer ou não ter seu próprio Twitter. Ciao
Eaí, quer uma motoserra em USB? Pense ela em sua mesa de trabalho:
Papelada, To Do list, Macbook Pro (só porque está na foto), Lápis, Caneta, Telefone, Moto Serra…
Me agradou bastante a idéia.
Fato é que… Isto é uma campanha, não um produto. Prefiro não contar o encanto, entrem em www.usbchainsaw.com e vejam na íntegra o porquê.
O FLAR (Flash Augmented Reality,ou em português, Realidade Aumentada em flash) vem tendo impressionantes melhoras como você pode ver nesses experimentos da squidder.com:
Uma camiseta com um código de barra, que contém o usuário do twitter, assim o flash detecta e usando a realidade aumentada, é exibido o último tweet do usuário.
Se você já achou isso o demais, olha o que os próprios caras tão desenvolvendo:
Short List na edição 2009 de Cannes, esse filme, criado pela BorghiErh/Lowe para UOL tem uma forte pegada viral e trata do assunto mais popular do planeta com muito bom humor e sem ser vulgar. No fim do filme, o massagista diz: “Um dia eu largo esse inferno…”.
Info: esse post foi publicado originalmente no dia 10 de Julho no blog do Grupo de Planejamento e Atendimento das agências do Estado do Paraná.
Como sou o menos experiente entre os que frequentam esse grupo, vou tratar do assunto planejamento não do ponto de vista do próprio, mas sobre a ótica de uma das minhas paixões, o futebol (na verdade a paixão pelo meu Cruzeiro consegue ser maior até que a do futebol…).
Então, como seria esse profissional de planejamento se fosse um jogador de futebol? Levando em conta que o atendimento é o goleiro do time – aquele cara que leva bucha de todo lado e quando o time faz gol ninguém vai lá traz para comemorar com ele – e os criativos são os caras que fazem esses gols, penso que o profissional de planejamento é o volante.
Vou tentar defender minha ideia:
Um planejamento, assim como um volante, é pago para ter uma boa visão do jogo e, a partir daí, distribuir a bola. Ambos devem adotar uma postura de liderança, uma vez que são pagos para tomar decisões. Quando vacilam, a zaga fica desguarnecida – e nesses casos, invariavelmente, o vacilo é perigo de gol.
O planejamento é, assim como o volante, o carregador de pianos, aquela pessoa humilde o suficiente para dar um chutão e com o mínimo de técnica para fazer com que o passe chegue redondinho ao centroavante (sim, a tarefa não é fácil).
O planejamento deve ser aquele jogador que sabe marcar território: tem que ter uma certa dose de agressividade e deve estar ciente de que, em caso de um passe errado ou bola roubada, compromete o time todo – sua função dentro de campo pode determinar o sucesso do time.
Assim como o camisa 5 ou 8 (primeiro ou segundo volante) do time, o profissional de planejamento deve estar atento a tudo o que acontece à sua volta: precisa prestar atenção aos sinais da defesa, saber conduzir a bola para os meio-campistas e ficar de olho nas roubadas de bola que a defesa do adversário possa vir a fazer junto ao ataque do seu time.
Ele precisa entender o momento de recuar e jogar junto da defesa – e aqui, meu amigo, não cabe frescura: ele tem que jogar no estilo dos volantes old school, ou seja, meter o bico na bola e mandar pro mato – e capacidade para partir com a pelota para o ataque e arriscar um chute de fora da área – em casos de marcação cerrada.
São vários os estilos desses volantes e a maneira como conduzem o jogo. Entre eles posso destacar a garra do ex-capitão Dunga, a atenção de Jon Steel, a calma e controle do Newton Nagumo, a técnica apurada e a velocidade de Ramires (do meu Cruzeiro querido), o estilo inovador do Rapha Barreto, a sobriedade ao conduzir a bola de Carolinna Mello e a perspicácia do José Lucas (discípulo do Alphen).
Dos citados acima, vejo características comuns a todos eles: humildade para dar um carrinho no adversário – sair para o campo, descobrir o que as pessoas estão comentando, sujar a camisa -, para entender que embora o seu passe tenha sido açucarado quem marcou o gol foi outro (trocando em miúdos: o estrelismo aqui não é bem vindo) e a capacidade de admitir erros, além de muita perseverança e vontade de aprender (é só lembrar a trajetória do capitão Dunga que, quatro anos após ser execrado em uma copa do mundo, levantou a taça nos EUA).
O profissional de planejamento deve ser vibrante, apaixonado mas, ao mesmo tempo, centrado – para ser honesto, acho que a função do planejamento beira o limite entre o bom senso e a esquizofrenia. Assim como a função de um bom volante.
Leftfield – Swords
Essa música foi trilha de vários momentos da minha vida (alguns ducaralho, outros, nem tanto.). Leftfield com vocal pra lá de sensual de Nicole Willis. Nunca tinha assistido esse vídeo – até hoje. Enjoy. Bom findi. Fé.
Dois Tipógrafos – Pierre & Damien (plmd.me) e um Piloto profissional (Stef Van Campenhoudt) trabalharam juntos num projeto da Toyota para desenhar uma fonte com um carro. Isso mesmo. Os movimentos do carro foram capturados usando um software elaborado pelo Design de Interção Zachary Lieberman. (openframeworks.cc)