Blog de coisas que os caras da Ag8sto curtem: design, internet, mídia digital, marketing de guerrilha, cultura, cultura street, ilustrações, games, publicidade, vídeos, marketing viral bla bla bla…
Hoje é o último dia do Gusma aqui na agência. Agora, o cara está embarcando – literalmente – para uma nova fase na vida. Com passagem marcada para os States, o Gus é uma dessas pessoas que deixam saudade. Deixa saudade por ser um cara que irradia bondade, por ter um enorme senso de justiça, por estar sempre bem humorado e por ter uma sensibilidade – não só profissional – acima da média. Dentre os vários momentos passados aqui, um deles me chamou atenção. Estávamos fazendo as fotos para o Festival Jam Session e o palco do Crossroads estava montado. Eis que o Gus senta na bateria e, com aquele corpo mirrado que Deus lhe deu – e tomou parte de volta – tocou uma sessão de jazz, deixando a gente de boca aberta. Apesar da pouca idade, o Gus é um desses caras que já nasceram maduros. Consciente, bom ouvinte e ótimo conselheiro, nunca ouvi um deslize vindo do Gus. É por essas que a passagem do Gus aqui na Agosto vai deixar tanta saudade. O apelido “Meu Guri” não veio do nada, é só uma forma de demonstrar o quanto o estimamos, cara. Que Deus acompanhe você nessa nova fase da vida e que você continue, dentro do silêncio da sua sabedoria, transformando a vida de pessoas que te rodeiam.
Obs. Precisamos formalizar as versões do nosso hit (Meu guri, meu gurizinho) =)
E se o espaço fosse livre? O que aconteceria se você pudesse ter um pedaço do espaço só pra você? E se os satélites fossem tão baratos, que lançar um no espaço custaria menos do que lançar um novo site?
Como seria o mundo se satélites pessoais, ou “cubesats”, fossem realmente baratos a ponto de qualquer um poder ter um? O que VOCÊ faria? Espiaria alguém? Criaria uma rede de satélites pra transmitir informação? Empurraria seu satélite pra órbita de outro planeta? Apontaria ele pras estrelas?
E o que de pior poderia ocorrer? Seja o que for acontecer, vai ser mais rápido do que você imagina.
O novo logo, criado pela Wolff Olins, além de ser escrito com letras minúsculas depois do ‘A’ e seguido de um ponto final, será envolvido com uma série de imagens em constante mudança, mostrando que ele é dinâmico como a internet.
O “novo visual” da companhia será lançada no próximo mês, quando o processo de separação com a Time-Warner definitivamente ocorrerá – mais precisamente em 9 de dezembro. E aquele horrível elemento da identidade antiga, o triângulo, perdurou desde os primórdios e agora finalmente ele sumiu. VIVA!
A agência Filadélfia (da minha amada Minas Gerais) criou o filme Síndrome de Stendhal, como forma de mostrar a reação das pessoas diante das obras de arte contemporânea do seu cliente, o Instituto Inhotim (também localizado na minha terra querida). O filme foi produzido pela Zeppelin Filmes, com direção de Carlos Manga Júnior. Sensacional.
O nova iorquino Ellis Gallagher é o artista responsável por essa técnica que usa sombras de objetos que compõem o cotidiano das cidades para fazer arte urbana. O resultado dos contornos – feitos com giz ou detritos de pedras – é semelhante ao dos stencils (técnica amplamente difundida na arte urbana). O resultado você confere abaixo.
Tim Burton é o cara. Repito: Tim Burton é o cara. E o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque está prestando uma homenagem mais que justa ao porra louca, que deu ao mundo das artes filmes como Peixe Grande, A Noiva Cadáver, O estranho mundo de Jack, Edward mãos de tesoura e, prepara, para Março de 2010, o revival de Alice no País das Maravilhas. A exposição, que fica em cartaz no MoMA até abril de 2010 conta com centenas de desenhos, marionetes, maquetes e figurinos originais do cineasta e escritor. Se você está de passagem marcada para a Big Apple, vale uma chegadinha ao MoMA.
Há um tempo atrás a ag8sto fez uma campanha publicitária pra academia carpe diem, dando uns passeios de helicóptero. Agora digamos que programadores e designers precisassem desenvolver o tal passeio de helicóptero. Vou mostrar pra vocês como seria o passeio de helicóptero na concepção de um programador:
Agora o tal passeio de helicóptero na concepção de um designer:
Dock-Dock: O veículo elétrico criado por Jaime Lerner
O ex-governador do Paraná, Jaime Lerner, irá lançar no próximo dia 17 um novo carro elétrico em Curitiba.
Apesar de ter quatro rodas não é fácil chamar isto de carro, talvez um “quadricíclo para pessoas que não gostam de utilizar as pernas”. Digo isso porque ele chega a 20km/h e o Rafael, que deu a dica deste artigo, fez um trajeto de 20 km a uma velocidade média de 17 km/h sobre sua bicicleta. A vantagem é o pequeno veículo permite você chegar no seu destino sem estar suando como um porco, diferente da bicicleta, e também te deixa manter este estilo de vida sedentário que você gosta.
O nome do veículo é Dock-Dock, e a idéia, supomos, é que ele seja alugado pela cidade por auto-serviço através de algum tipo de cartão pré-pago, ou débito, e seja “largado” na outra estação de locação, perto de onde você precisa estar.
O nome Dock, dá uma conotação de “encaixe”. Não sabemos como o mecanismo funciona, mas a idéia é possivelmente um veículo encaixar no outro para ocupar pouco espaço enquanto parado na sua estação de locação ou na rua. Retira enormes veículos da rua, que geralmente levam apenas uma pessoas mesmo tendo espaço para 5, emite nenhuma poluição e reduz os congestionamentos.
Não são idéias novas, mas esperamos que algum dia dê certo. E se os veículos não forem tão feios como este, será um bônus.
Quer participar do lançamento? Custa só R$ 25.
via hyperscience.com
duas considerações: o carro é feio mas é legal, e o Jaime Lerner parece o papai-noel!