Category: Esportes

Imagino que um dos desejos dos amantes da fórmula 1 é pilotar um carro da categoria. E foi pensando exatamente nisso que a Renault criou o Feel It Day: um dia de treinamento que começa com os sortudos pilotando um fórmula Ranault, passa por análise de telimetria, seções de fisioterapia, testes com máquina de reflexo e reserva uma volta em carro fórmula 1 para o grand finale (além de uma volta num carro duplo com um piloto da escuderia). Sensacional? O felizardo (a) ainda recebe uma réplica do volante de fórmula 1 de presente. Marketing de experência. Dá pra esquecer um momento como esse?

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A decisão do Banco Hipotecario (Argentina) foi, no mínimo, inusitada: não expor a sua nas camisas do Racing. Indo na contramão de clubes como o Corinthians – com uma camisa que mais parece um balcão de negócios – o clube argentino, que negociou sua cota master com o banco, terá uma camisa “lisa” para a temporada 2010 (ou seja, livre de patrocínios). Mas você pode – e deve – estar se perguntando: o que o Banco Hipotecario ganha com isso? Cadê a exposição da marca? Qual o sentido de investir milhões e sequer aparecer na tela da tv ou nos impressos na hora do gol? A resposta do banco veio no slogan adotado para a parceria: nós devolvemos a camisa à torcida. Mesmo assim você ainda pode estar se coçando e pensando com seus botões: não faz sentido. Mas aí entra a sugestão para um exercício (claro, se você gostar de futebol): imagine a camisa do seu clube “lisinha” sem qualquer marca que não seja o próprio brasão? Para quem é torcedor, é lindo! O que o Banco Hipotecario fez foi entender a cabeça do consumidor. E para os que ainda acham que isso é uma loucura, o banco prepara campanhas e ações para reforçar essa posição e, principalmente, essa aproximação com o torcedor do clube. Eu, como cruzeirense, gostaria muito que os patrocinadores do clube adotassem a iniciativa e deixassem o manto azul puro. Resumindo: um gol de letra do Banco Hipotecario.

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Se você quiser mais informações sobre esse case, clique aqui

Algumas partes de vídeos do Bob Burnquist. Sem comentários!
FLIP Extremely Sorry:

Grand Canyon Base Jump + Skateboard!:

World Largest Skateboard Ramp:

Loop sem teto!:

É do Brasil!

Salve rapaziada!
Com as férias quase aí, hoje resolvi ir atrás de um shape novo pra dar umas voltas de skate, agora com mais tempo!
Me deparei com um shape da marca TOY MACHINE, fundada pelo skatista e artista plástico Ed Templeton. Ele mesmo desenha tudo da marca, de anúncios a estampas!
Os desenhos e pinturas do cara, são demais, e confesso que resolvi levar o model de shape da foto, mas pela serigrafia, do que pelo próprio model em sí!
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Foto14Foto15Outros trabalhos dele:
Hymns_NoTitleAvailableedartshowthumb-templeton2detail1E agora, andar ou pendurar na parede?
Um Abraço e bom final de semana!

Fundada por 4 skatistas em 1994 em Milão (Itália), a Comvert S.r.l produz e distribui roupas para skatistas e snowboarders (utilizando sua outra marca, Bastard). As fotos desse post são da Bastard Store, um antigo cinema convertido em loja (com direito à pista de skate). O projeto é de outra empresa italiana, a Studiometrico) . Esse post é uma dica do Borja, que sabe do meu interesse por skate (aliás, agora compartilhado pelo Zambrotta, também conhecido por Zanoni). Valeu, Borja.


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Nesse último fim de semana, rolou em São Paulo o Megarampa.

A Megarampa, ou Big Air, como é chamada nos Estados Unidos, é a modalidade mais nova e extrema do skate. É a maior pista do mundo, com 107 metros de extensão e 27 metros de altura.

Deu pra ter uma idéia? É da altura de um prédio de nove andares. No total, são 1.300 metros quadrados de área construída, que equivale a 180 toneladas de estruturas metálicas, materiais modulares e tubulares. Só de parafusos, são 50 mil.

Ao dropar a MegaRampa, os competidores atingem cerca de 80 km/h e aproveitam essa velocidade para saltar e manobrar sobre o vão livre de 20 metros.

A aterrissagem é em um “quarter pipe” (1/4 de um tubo) com oito metros de altura, onde ainda fazem uma última manobra, podendo voar a mais de 16 metros de altura. Os atletas são avaliados pelas duas manobras.

E aí? Ficou impressionado com os números? Experimenta assistir ao vivo. É bem mais emocionante.

• Curiosidades

Reunimos algumas informações que achamos que você vai gostar de saber.

• A Megarampa nasceu de um mix de outras modalidades de skate: Vertical, Street, Down Hill, Freestyle, Longboard e Off-Road.
• O Brasil é o segundo mercado de skate do mundo, superado apenas pelos EUA. Nossos atletas são campeões mundiais em praticamente todas as modalidades do skate profissional.
• Pouco mais de 20 skatistas em todo o mundo se aventuram na Megarampa.
• A MegaRampa caberia no Estádio do Maracanã, mas bem apertadinha. Com só 5 metros de folga.
• Se o King Kong quisesse pegar o skatista no momento do salto na MegaRampa, ele não conseguiria.
EXPLICAÇÃO TÉCNICA

O que é a MEGARAMPA
A MEGARAMPA é dividida nos seguintes módulos
• Drop: rampa de descida de 27 metros de altura
• Jump Ramp: rampas de impulsão de salto em direção ao vão livre para a realização de manobras. Podem ter 50 pés e 70 pés.
• Landing: rampa de aterrisagem.
• Quarter Pipe: rampa de 90 graus com 9 metros de altura por 20 metros de largura, onde também são realizadas manobras.

Manobras básicas na Jump Ramp
• Existem variações de manobras de 360 graus e os nomes mudam conforme a posição que se segura no skate.
• Entre a principais estão as de back side 360 (giro de 360 graus com saída de costas para a rampa de aterrisagem), como a Mute 360 e a Indy 360.
• As variações de front side 360 (giro de 360 graus com saída de frente para a rampa de aterrisagem), que também dependem de como se pega no skate são Front Side Stale Fish 360 e Lien Air 360.

Manobras complexas na Jump Ramp
• Back Flip (giro de 360 graus de ponta cabeça).
• Back side 360 Ollie (giro de 360 graus com saída de costas para a rampa de aterrisagem sem segurar no skate).
• Switch Back Side Ollie 180 (giro de 180 graus com saída de costas para a rampa de aterrisagem, utilizando a base invertida no skate).
• Flip Mute 360 (rotação de 360 graus com saída de costas para a rampa de aterrisagem com um giro completo do skate simultaneamente)
• Back flip Rocket (giro de 360 graus de ponta cabeça, posicionando os dois pés na parte de trás do skate simultaneamente)

*** Tanto as manobras básicas como as complexas se tornam mais difíceis quando executadas no jump ramp de 70 pés.

Manobras básicas no Quarter Pipe
• Back side air (aéreo de costas p/ a pista) e algumas variações que dependem de como se segura no skate: Mute Air, Indy Air, Tail Grab.
• Front side air (aéreo de frente p/ a pista) e algumas variações que também dependem de como se segura no skate, tais como Stale Fish, Tail Grab, Slob Air e Lien Air.

Manobras complexas no Quarter Pipe
• Mc Twist (giro de 540 graus)
• Back side 540 (giro de 540 graus) e algumas variações que dependem de como se segura no skate, tais como Indy 540, Stale fish 540, Tail Grab 540, Flip indy (combinação de um Indy Air, girando o skate por completo)
• Heel Flip Indy (combinação de um Indy Air, girando o skate por completo utilizando o calcanhar)
• Todas manobras de Switch Stance (manobras executadas com a base invertida no skate)

*** Todas as manobras no Quarter Pipe, tanto básicas como complexas, executadas com a utilização da rampa de salto de 70 pés se tornam mais difíceis, pois a velocidade atingida é bem maior.
Fonte: site megarampa

Assista os vídeos do evento:
Mega Ramp | Brasil | Day 1, 2009

Mega Ramp | Brasil | Day 2, 2009

Mega Ramp | Brasil | Day 3, 2009

Mega Ramp | Brasil | Finals | Day 4 2009

Bob Burnquist – Mega Rampa -2009 – São Paulo
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Megarampa

Campanha chamada Live Young, produzida para a Evian – uma água francesa.

Saca aqui:
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E agora veja o vídeo:

O doce sabor da vitória. Dica do meu compadre Junoso.

Empolgou

Nova campanha da Nike estrelada pelo técnico do “Curintia” Mano Menezes. Os filmes – para internet e cinema – são parte do lançamento do Bootcamp, ferramenta usada por clubes profissionais e que agora está disponibilizado gratuitamente no site da Nike. No site, o próprio Mano apresenta o bootcamp. Atenção ao puxão de orelha do “professor”.

Versão cinema

Versão internet

Documentário do diretor Wiland Pinsdorf sobre o esporte le parkour (ou simplesmente, parkour) gravado na cidade de São Paulo. O curta é protagonizado por Zico Corrêa, atleta paulistano de apenas 26 anos, que, no filme, pratica as peripécias do parkour nos pontos mais conhecido de Sampa. Fuckin’ great.



Samparkour